Olha, eu já passei por essa mesma dúvida e, para ser sincero, a resposta não é simples. Na minha experiência, usar Stories pode, sim, ajudar a promover eventos, mas isso depende muito de como você aborda o conteúdo e de quem é seu público.
No meu caso, eu testei vários formatos de Stories. Comecei com contagens regressivas e enquetes, por exemplo. Eu me lembro de um evento que fiz, onde usei uma contagem regressiva. O engajamento foi legal, mas não foi explosivo como eu esperava. Acho que a sensação de urgência funcionou meio que parcialmente, porque algumas pessoas interagiram, mas a conexão pessoal… bem, isso é algo mais sutil e nem sempre vem apenas de usar um recurso como esse.
O que eu percebi é que, em nichos mais “pessoais”, como coaching ou artesanato, o impacto dos Stories é maior. As pessoas querem sentir que estão perto de você, e Stories são uma ótima forma de mostrar os bastidores. Mas em nichos mais técnicos ou corporativos, pode não ser tão efetivo.
Sobre a eficácia, eu comecei a olhar para algumas métricas. Na época do evento, eu comparei o número de visualizações dos Stories com o número de inscrições ou vendas. Também prestei atenção nas interações – quantas respostas, reações e compartilhamentos eu recebi. Isso me deu uma noção do que funcionou e do que não fez muito efeito.
Agora, medindo após o evento, eu analisava comentários e mensagens diretas. Algumas pessoas acabaram comentando que vieram por causa da contagem regressiva ou daquele Story divertido que fiz, e isso me deu um feedback interessante. Mas, por outro lado, também tem aqueles casos em que você faz tudo certo, e mesmo assim, as pessoas não aparecem.
Por fim, eu diria que vale a pena experimentar, mas também ter em mente que não existe uma fórmula mágica. Talvez, a chave esteja em encontrar o equilíbrio certo entre a urgência e o engajamento genuíno. E, claro, sempre acompanhar o que funciona e ajustar ao longo do caminho. É um processo, e, às vezes, a frustração faz parte dele.