Eu tenho passado por isso também e, sinceramente, é uma questão interessante. Quando comecei a segmentar anúncios no Instagram, fiz experiências distintas, e é curioso ver como diferentes públicos respondem.
No meu caso, percebi que segmentar anúncios para públicos semelhantes, mas em diferentes estágios do funil de vendas, faz bastante sentido. Porém, não é exatamente uma fórmula mágica. Por exemplo, quando eu direcionava anúncios para pessoas que já haviam interagido de alguma forma, como visitar meu perfil ou clicar em posts, o envolvimento nos anúncios era bem maior. Eles já estavam cientes do que eu oferecia, então os anúncios mais diretos, com chamadas para ação mais contundentes, resultaram em taxas de conversão melhores.
Por outro lado, ao direcionar para um público totalmente novo, aqueles que nunca ouviram falar de mim, eu percebi que precisava de uma abordagem mais educativa. Aquelas campanhas com conteúdo mais informativo, que explicavam o que eu fazia, funcionaram melhor para esses públicos. Mas isso exigiu um investimento maior em tempo e criatividade para criar esses conteúdos. O retorno nem sempre era imediato, e houve um período frustrante onde eu me perguntei se estava jogando dinheiro fora.
Além disso, fazer anúncios específicos para cada estágio do funil não é só sobre o que você vende, mas também sobre como você fala com sua audiência. Eu aprendi que usar criativos diferentes – tipo imagens impactantes para o público de topo de funil e depoimentos para o meio – fez uma diferença significativa.
As melhores práticas que estou tentando incorporar incluem analisar sempre os dados das campanhas. O que funciona hoje pode não funcionar amanhã. E testei muito isso, mudando texturas, estilos de imagem, até as chamadas para ação. É um processo contínuo.
No fim, segmentar anúncios por estágios parece valer a pena, mas a chave é a experimentação e adaptação constante. Não há garantia de que será sempre assim, sabe? Às vezes, me sinto perdido nesse mar de opções. E sim, isso leva tempo e paciência.