Olha, essa questão das palavras-chave no nome do perfil é um dilema que eu enfrentei também. No meu caso, eu comecei usando só meu nome, algo bem pessoal, mas depois, por curiosidade e pela pressão de “especialistas”, testei mudar.
Fui na onda de adicionar uma palavra-chave, então meu perfil ficou algo como “João Pereira - Design Gráfico”. Tive uma leve impressão de que as pessoas começaram a encontrar meu perfil mais fácil, mas não sentia uma mudança drástica, sabe? Então, isso já me deixou questionando se realmente valia a pena, ou se era só uma ilusão.
Acontece que, à medida que mais gente te segue, seu conteúdo vai ganhando a própria força. Isso é impressionante. Percebi que as interações e o envolvimento com as postagens aumentaram mais por conta da consistência e da qualidade dos meus conteúdos, mais do que pelo nome em si. Então, eu fico pensando… será que o nome, na verdade, não é só uma parte da equação?
Sobre a identidade, eu entendo tua preocupação. A verdade é que, se você se sente desconfortável, pode ser complicado. A gente sabe que o Instagram é uma plataforma visual e ‘pessoal’. Geralmente, as contas que se destacam têm alguma familiaridade com o público. E se um nome mais genérico fizer você se sentir menos autêntica, pode não valer a pena.
Se você decidir mudar, talvez fazer um teste possa ajudar. Tenho visto muita gente usando o recurso de biografia, onde você pode colocar mais informações sobre seu trabalho e ainda manter seu nome. Isso poderia te dar um meio-termo, talvez? Você mostra quem é e o que faz, sem abrir mão da identidade.
Enfim, ao final das contas, o que fiquei entendendo é que não tem uma resposta certa. O Instagram valoriza o engajamento, mais do que qualquer truque numérico, e pode ser que o nome mereça menos peso do que a gente acha. Essa experimentação é validada, mas a percepção que as pessoas têm de você – por meio dos seus posts e interações – parece ser o que realmente conta. É um caminho a se pensar. Espero que isso tenha ajudado de alguma forma!