Eu também passei por isso e, honestamente, a comparação é uma faca de dois gumes. Por um lado, é super interessante ver como estou me saindo em relação aos outros; por outro, pode ser desmotivador dependendo do que eu vejo. Então, minha abordagem foi mais cuidadosa.
Comecei a monitorar as métricas de vídeo que realmente importavam, tipo visualizações, engajamento (curtidas, comentários, compartilhamentos) e, claro, a retenção de audiência. Essa última, especialmente, me surpreendeu; é fácil ter visualizações, mas saber quem fica até o final é um verdadeiro indicativo de interesse.
Comparar com os concorrentes pode ajudar a identificar tendências e o que ressoa com o público deles. Mas não é só isso; eu tentei colocar um pouco de contexto nos números. Por exemplo, se um concorrente lançado um vídeo viral, o que posso aprender? O tema, o formato? Ou talvez eles tenham uma base de seguidores muito maior. Então, é necessário colocar as coisas na balança.
Uma coisa que não funcionou para mim foi me deixar levar demais pela comparação. A cada vez que eu olhava para os dados deles e via números altos, era difícil não ficar frustrado. Então, comecei a focar mais em evoluir meu próprio conteúdo, usando as métricas como uma forma de autoavaliação, e não como um parâmetro fixo de sucesso.
Outra dica: faça benchmark, mas sempre tenha em mente que cada perfil é único. Um concorrente pode ter uma abordagem totalmente diferente, e isso pode influenciar as métricas. Analise, sim, mas não se esqueça de olhar para a sua jornada, as suas próprias métricas e melhorias.
No final das contas, a comparação pode ser útil, mas o foco na sua própria evolução do conteúdo é o que realmente traz resultados a longo prazo. É um caminho um pouco tortuoso, mas que vale a pena percorrer. Boa sorte!