Olha, no meu caso, eu experimentei algumas hashtags populares e realmente percebi que nem sempre elas trazem os resultados que a gente espera. Um tempo atrás, comecei a usar aquelas hashtags bem genéricas como #love, #instagood ou #photooftheday. Acontece que, com o tempo, eu notei que, embora essas hashtags tenham milhões de postagens, o engajamento no meu conteúdo não aumentou. Sabe, é difícil competir com tanta gente.
Além disso, também percebi que algumas hashtags associadas a nichos que nada têm a ver com o meu público, como #followforfollow ou #likeforlike, trazem um tipo de interação que não vale a pena. Gente que só quer aumentar números, mas não se conecta de verdade. Então, minha estratégia mudou um pouco.
Eu comecei a focar em hashtags mais específicas para o meu nicho, algo como #artesanatoemocional ou #consultorfinanceiro (por exemplo). Isso ajudou a atrair gente realmente interessada no que eu ofereço. Mas, claro, nem sempre acertei. Algumas vezes, usei hashtags de concorrentes e achei que isso só atraía gente que já era cliente deles.
Outra coisa que eu testei foi fazer uma pesquisa sobre as hashtags que o meu público-alvo estava realmente usando, em vez de me deixar levar apenas pelo que é popular. Às vezes, essa abordagem mais direcionada trouxe resultados bem melhores.
Então, eu diria pra evitar aquelas hashtags saturadas e genéricas, além das que trazem engajamento superficial. O ideal, na minha visão, é buscar um equilíbrio entre hashtags que têm um bom volume de busca, mas que ainda são relevantes para sua audiência específica. É um exercício constante de ajuste e reflexão. E, claro, sem pressa.