No meu caso, trabalhar com hashtags no Instagram foi um processo de tentativa e erro. Comecei usando hashtags populares, achando que isso me renderia mais visibilidade. No entanto, percebi que apenas usar as mais famosas não trouxe um engajamento significativo, pois a concorrência era alta e meu conteúdo acabava se perdendo.
Eu decidi experimentar uma abordagem mais estratégica. Primeiro, eu pesquisei hashtags que estivessem relacionadas diretamente ao meu nicho. Isso envolve encontrar palavras-chave específicas que potenciais clientes estariam buscando, em vez de usar apenas hashtags gerais. Utilizei ferramentas como o próprio campo de busca do Instagram para descobrir hashtags relevantes.
Organizei as hashtags em grupos: uma combinação de hashtags populares, de médio alcance e algumas menos concorridas. Assim, ao variar entre os grupos, meu conteúdo tinha a chance de ser descoberto por diferentes públicos. Admita-se que hashtags específicas e menos concorridas, que costumo chamar de “nicho”, têm maior chance de engajamento, pois é ali que a audiência realmente se importa.
Outra estratégia que funcionou foi acompanhar as hashtags utilizadas por marcas e contas similares à minha. Analisando o que eles estavam usando, consegui adaptar e expandir meu repertório de hashtags.
Além disso, eu treinei a escolha de hashtags para cada postagem com base no conteúdo específico que estava publicando. Notava que, às vezes, um pequeno ajuste nas hashtags poderia aumentar a entrega.
Por último, nunca subestime a importância de mudar as hashtags regularmente. Isso ajuda a evitar que seu conteúdo fique “estagnado” em um mesmo conjunto de hashtags. Acredito que aprender a usar hashtags é um processo contínuo de teste e assimilação de dados.
Resumindo, utilize combinações de hashtags específicas do seu nicho, observe o que concorrentes estão fazendo, e experimente com variações. O objetivo é sempre mirar nas hashtags que trarão um público mais qualificado para o seu conteúdo.