Eu já passei por isso e, cara, é frustrante. No início, pensava que era só eu que não sabia usar a ferramenta, mas, pelo que percebi, existem algumas questões que realmente influenciam a qualidade das imagens.
Primeiro, mesmo seguindo as dimensões recomendadas, o Instagram tem um sistema de compressão que pode bagunçar tudo. Às vezes, eu postava fotos em alta resolução, mas elas saíam com uma aparência granulada ou sem vida. Isso me deixou pensando: será que o formato do arquivo também importa? Eu tentei mudar entre JPG e PNG, e notei que o PNG mantinha um pouco mais da qualidade, mas ainda assim, não era uma solução definitiva.
Além disso, a iluminação e a edição pré-upload são cruciais. Lembro que, em alguns casos, eu deixava as fotos muito pesadas na edição—com ajustes de saturação e contrastes extremos. Aí a compressão do Instagram fazia o trabalho de “desfazer” todos esses toques e o resultado era bem diferente do que eu esperava.
Outra questão que percebi é que a qualidade do upload pelo celular pode variar. Às vezes, fazia o upload via Wi-Fi e parecia que as imagens ficavam melhores. Outras vezes, usando dados móveis, o Instagram parecia priorizar a velocidade sobre a qualidade. Não tenho certeza de como isso funciona tecnicamente, mas valeu a pena prestar atenção.
Tentei também limitar o número de vezes que eu editava depois da postagem. Era um hábito meu ficar ajustando a foto ao longo do tempo, mas quando fiz isso com menos frequência, o resultado final ficou mais próximo do esperado.
Enfim, não tenho uma resposta concreta e simples, sabe? Parece que uma combinação de fatores—compressão, edição, formato do arquivo, qualidade da conexão—tudo pode impactar isso. Às vezes eu fico pensando se vale a pena esse esforço todo com as imagens, mas a jornada de experimentar continua. Espero que, explorando essas ideias, você consiga encontrar o que funciona melhor pra você.