Olha, eu também passei por isso. No meu caso, o storytelling visual sempre me parecia uma boa ideia. Eu gostava de contar histórias através das imagens, usando carrosséis, ou então fazendo reels com uma narrativa. Mas, de uns meses pra cá, percebi que o engajamento começou a cair.
Tentei várias abordagens. Algumas funcionaram melhor que outras. Carrosséis ainda têm algum apelo, mas só quando a história realmente ressoa. O problema é que a galera parece querer uma conexão imediata. Aí, o que eu fiz? Comecei a mesclar um pouco. Postava uma imagem muito boa com uma legenda mais direta. Às vezes, um fato relevante ou uma dica prática bem curta. E foi nesse mix que comecei a notar alguma melhora no engajamento.
Vi também que os vídeos curtos mandam bem — não precisa ser só um storytelling elaborado. Mostrar o dia a dia, insights ou erros que cometi funcionou muito. Até interações rápidas, como caixas de perguntas, engajaram bastante. O que não funcionou, mesmo, foi tentar fazer tudo de forma muito ensaiada. O público adora a autenticidade.
Sobre as atualizações, os algoritmos estão sempre mudando. Já não é só sobre a estética, mas sobre a relevância do conteúdo. Então, é bom pensar: a minha história entrega algo que as pessoas precisam ou desejam ver? O foco mudou um pouco e o que eu estou fazendo agora é sempre testar. A cada semana vejo o que está rolando de bom e o que cai de rendimento.
Interagir com os seguidores também é uma estratégia que estou usando mais. Responder comentários, curtir as postagens deles, e até repostar conteúdo relevante. Isso ajuda a criar uma conexão e um senso de comunidade.
Conclusão, não sei se o storytelling visual morreu. Acredito que ainda há espaço, mas é preciso ser criativo e adaptável. O público quer conexão, não necessariamente uma narrativa complexa. Teste, ajuste e veja o que ressoa com a sua audiência. As coisas mudam rápido, e a flexibilidade é fundamental.