Oi! Então, eu já fiz alguns “influencer takeovers” e a minha experiência foi bem mista, pra ser sincero.
No começo, uns dois ou três anos atrás, isso parecia uma jogada certeira. Muita gente queria ver o que os influenciadores tinham a oferecer, e as interações eram ótimas. A receita era simples: o influenciador assumia a conta por um dia, postava conteúdo original e trazia seus seguidores para conhecer a marca.
Mas, entrando em 2026, as coisas mudaram um pouco. Tem tanta gente fazendo isso que, em muitos casos, o efeito não é tão forte. O que funcionou pra mim foi escolher influenciadores que realmente se conectam com o meu público-alvo. Já tentei alguns que eram bem populares, mas, sinceramente, a conexão não existia. Os resultados foram bem abaixo do esperado.
Uma coisa que não funcionou foi fazer um takeover apenas porque o influenciador era famoso. Eu percebi que se não houver autenticidade, os seguidores claramente sacam, e a reação fica morna.
Além disso, com a saturação de conteúdo, o público anda mais crítico. Se o influenciador não traz algo novo ou relevante, acabamos perdendo engajamento. Agora, eu acho que vale a pena fazer a estratégia, mas com um enfoque diferente: trazer influenciadores que têm uma narrativa que casa com a sua marca. Um conteúdo que, de fato, envolva os seguidores.
Pra resumir: ainda dá pra ver resultado, mas é preciso ter cuidado na escolha do influenciador e garantir que a conexão com seu público esteja lá. E também, sempre diversificando as táticas para não ficar preso a uma única estratégia.