Oi! Entendo bem essa busca por algo que faça a diferença no engajamento. No meu caso, comecei a usar o Canva para animações um pouco por acaso, mas fui vendo resultados, mesmo que lentamente.
Primeiro, vale mencionar que tem algumas animações que parecem funcionar melhor. Animações simples, tipo uma chamada pra ação ou um texto que aparece suavemente, às vezes geram mais atenção do que algo muito complexo. Eu costumo usar animações para destacar promoções ou novos produtos. Teve uma vez que eu fiz um banner animado para um novo serviço e, olha, as visualizações nos Stories aumentaram consideravelmente. Mas aí vem minha dúvida: a gente nem sempre vê o impacto numa primeira olhada.
Sobre onde aplicar, eu diria que tanto nos Stories quanto no feed você pode usar. No Stories, a dinâmica é mais rápida, então animações curtas e dinâmicas fazem sentido. No feed, eu tentei usar vídeos curtos com animações de texto e gráficos, mas percebi que eles costumam se perder um pouco na rolagem. É um trabalho extra, e honestamente, me deixei levar por isso no início, mas depois percebi que o ideal é estar alinhado ao conteúdo que já produzo. Nem sempre vale o esforço se o público não está engajado de forma natural.
Uma das coisas que não funcionou pra mim foi exagerar nas transições. Tentei colocar muitos efeitos, mas acabei afastando as pessoas. Um movimento sutil funciona, mas demais é demais — e isso vai contra a ideia de ficar na mente de quem vê. É uma linha bem tênue, e estou sempre repensando isso.
Uma dica que foi muito válida pra mim foi acompanhar a performance das postagens animadas. Analisando o que as pessoas comentam e interagem, eu fui ajustando a minha abordagem. E, claro, o feedback é sempre um guia. Às vezes, um detalhe que parece sem importância pode ser o que realmente ressoa com o público.
Voltando à questão de vale a pena: se você já tem uma identidade que as pessoas reconhecem, vale, sim. Mas, se ainda está construindo isso, talvez seja legal focar em criar uma base sólida primeiro e depois adicionar animações de forma graduada. É tudo questão de teste e adaptação.
Enfim, espero que essas reflexões ajudem. É assim que sigo — testando, ajustando e, claro, tentando não me frustrar demais com o processo. Boa sorte pra você!