Então, eu passei por isso também. No começo, eu também achava que só postar sobre produtos e promoções era o suficiente. Mas, sinceramente, não trouxe o engajamento que eu esperava. O que funcionou pra mim foi mudar completamente a abordagem.
Primeiro, comecei a contar a história da marca. Não só de como eu comecei, mas também compartilhar momentos autênticos. Por exemplo, eu fiz alguns posts mostrando como meus produtos são feitos. Isso humaniza a marca, sabe? Comecei a usar vídeos curtos para mostrar o processo de produção e as pequenas dificuldades que enfrento. Isso gerou uma conexão.
Outra coisa, eu usei os stories para fazer um “dia na vida”. Mostrei como é meu dia a dia, os bastidores. A galera, por mais que não pareça, adora ver o que rola por trás das câmeras. Às vezes, eu coloco até umas falhas, coisas que não saíram como eu esperava. Isso dá um toque mais real.
Uma estratégia que não funcionou foi forçar uma narrativa que não era genuína. Tentei imitar o que outras marcas faziam e não deu certo. A autenticidade é chave. Se você não se sente confortável com algo, não coloque no seu perfil. O público percebe.
Sobre as características visuais, eu optei por uma paleta de cores que transmite a essência da marca. Não sei se você já reparou, mas no Instagram, a estética conta muito. Então, eu busquei manter uma linha de fotos que conversa entre si. Assim, as pessoas já reconhecem a marca só pela imagem.
Ah, e não esquece de interagir. Responder comentários, fazer perguntas, criar enquetes nos stories. É uma forma de conhecer o que o seu público prefere e de envolvê-los na sua jornada.
No final, o que percebi é que criar uma conexão real leva tempo. Não é do dia pra noite que você vê resultado nas vendas. Mas a autenticidade e a conexão fazem a diferença. Tente também se divertir nesse processo. Isso costuma ressoar.