Oi! Essa é uma questão bem interessante e, ao mesmo tempo, meio delicada. A frequência de acompanhamento via Direct para leads realmente pode influenciar os resultados, mas o que funciona para uns pode não funcionar para outros.
Muita gente ainda defende a ideia de que um acompanhamento regular, tipo uma vez por semana, pode ser eficaz. Mas, claro, isso depende do perfil do cliente e do tipo de relacionamento que você já construiu. A ideia é não ser invasivo, mas também não deixar o lead na geladeira. Um equilíbrio.
Por outro lado, eu percebo que muitos cometem o erro de ser “agressivo” demais. Isso pode afastar as pessoas. Um tom mais sutil, que demonstre interesse genuíno, tem suas vantagens. Contudo, tem que entender a linha tênue entre interesse e pressão — é um jogo difícil.
A abordagem deve ser adaptada também. Perguntar se estão prontos para avançar, ou compartilhar conteúdos relevantes, pode manter a relação aquecida sem ser chata. E sim, isso pode levar tempo. Não é uma fórmula mágica; muitas vezes você vai ter que ajustar a estratégia com base nas respostas e no engajamento do lead.
Eu, por exemplo, já vi pessoas que tentaram seguir um script muito rígido e acabaram perdendo leads por parecerem robóticas ou desinteressadas. Por isso, a personalização é chave. Mas, claro, isso demanda tempo e dedicação.
No fundo, parece que a resposta é: sim, acompanhamento via Direct ainda funciona, mas com cautela e uma boa dose de empatia. O que você acha? Tem outras experiências que gostaria de discutir?