Essa é uma pergunta que me faz refletir bastante. Eu também já passei por essa fase de conexão com o público. Quando comecei a trabalhar a identidade visual diretamente com os meus seguidores, percebi que era uma maneira poderosa de criar laços — mas hoje, as coisas parecem diferentes.
Em um passado não tão distante, eu rolei algumas enquetes e pedi para as pessoas escolherem cores ou estilos para postagens. Isso gerou engajamento, e muitos se sentiram parte da construção. Mas, hoje, parece que a curva de atenção do público é tão rápida. O engajamento foi diminuindo. Será que eles ainda se sentem parte do processo?
Uma tática que estou testando agora é a criação de conteúdos colaborativos. Por exemplo, eu pedi para que alguns seguidores enviassem fotos usando meus produtos e compartilhei essas imagens, dando crédito a eles. A interação foi incrível e trouxe uma nova energia, além de reforçar a identidade visual de forma mais autêntica.
Outra abordagem que venho tentando é criar posts que contem histórias visuais. Em vez de simplesmente mostrar o produto, eu busco conectar com emoções ou situações do dia a dia que a minha audiência possa se identificar. Isso, de certa forma, reitera a identidade visual, mas de uma maneira mais humana, talvez? E o feedback tem sido bem positivo.
Além disso, estou cada vez mais atento às trends visuais do Instagram — o que está em alta, como reels dinâmicos e desafios estéticos. Integrar essas tendências à minha identidade visual, sem perder a essência, é um desafio. Mas é nesse espaço que talvez possamos revitalizar a conexão. Às vezes, me pergunto se a intenção por trás do post está sendo suficientemente genuína.
E para a questão da essência, eu realmente acredito que vale considerar novas formas de expressão. A identidade visual não é estática; ela evolui. Isso não significa abandonar o passado, mas sim encontrar um equilíbrio entre a inovação e suas raízes. Essa pode ser a chave para manter o engajamento, enquanto ainda se comunica algo verdadeiro.
Então, meu conselho seria explorar essas diferentes maneiras de envolver seus seguidores, mas com um olhar atento ao que realmente tem ressoado com eles. E, claro, ficar de olho na evolução das interações. No fundo, talvez o que realmente importe seja a autenticidade dessa troca. O que você acha disso tudo?