Eu já passei por isso e, olha, não é fácil. Quando vi meu engajamento despencar, comecei a me perguntar se as parcerias com influenciadores ainda faziam sentido. A verdade é que, sim, influenciadores olham para os números. Eles querem saber se a campanha vai valer a pena, e se o seu perfil tá bombando ou não, isso conta muito.
No meu caso, um influenciador me abordou pra uma parceria. A princípio, tudo parecia promissor, mas assim que o engajamento caiu, percebi que havia uma pressão, tipo: “Estamos entregando algo que vale a pena?” Aí começou a rolar uma insegurança. Fui honesto e comentei sobre a queda. Não escondi. E isso abriu a porta para um diálogo, algo bem mais humano.
O que ajudou foi focar na criatividade. Pensei em como tornar o conteúdo mais interessante, não só pra mim, mas também pros seguidores dele. É como, em vez de fazer algo direto e promocional, que tal contar uma história que os envolva? Como uma jornada, sei lá. Essas estratégias funcionaram, mas também não são garantidas.
Pra algumas parcerias, simplesmente ajustamos o tom. A partir daí, começamos a criar conteúdo mais autêntico. Teve parceiros que decidimos dar um tempo, porque foi evidente que a conexão não estava mais rolando. E tudo bem, ter essa percepção, sabe?
Por fim, a queda de performance pode impactar, sim. Mas também pode ser um motivador. Pode forçar você a olhar pra dentro, repensar seus conteúdos e até reforçar as parcerias certas. A chave é a comunicação. Ser transparente e buscar soluções juntos. É um processo. Não tem uma fórmula mágica, mas dá pra adaptar.